Lembro-me perfeitamente daquele momento. Tinha apenas um lápis grafito 2B tremendo na minha mão, uma folha em branco me encarando…durante muito tempo, e uma ideia maluca na cabeça: “E se eu desenhasse uma pessoa… mas metade dela fosse uma robotizada?”
Parece simples agora, mas naquela época? Era aterrorizante, eu pensava…mmm nada a ver, não vai dar certo, vai ficar exquisito e por aí vai…
O Medo de Misturar Mundos
Sempre explorei diferentes estilos desenhos realistas. Rostos humanos, expressões puras, e algumas ideias que surgiam na minha imaginação, porém nada de ficção científica. Mas algo dentro de mim gritava para explorar esse território desconhecido onde a humanidade encontra a tecnologia.
O maior medo era: “E se ficar ridículo? E se não conseguir equilibrar o orgânico com o mecânico?”
Comecei devagar. Primeiro, desenhei um olho humano normal – algo que já dominava, mas achei bem comum, nada de mais até que pensei, e se…uma pessoa conseguisse enxergar através de uma lente fotográfica? pode parecer maluco, más se a gente imagina laaaaa na frente no ano 2300 ou talvez antes, implantes mecânicos irão existir não é mesmo?, e com muito cuidado, comecei a transformar o espaço do olho em alguma lente aleatoria que achei de referência na internet. Cada traço do lápis grafito parecia uma decisão irreversível.

A Descoberta Que Mudou Tudo
Foi quando percebi algo mágico acontecendo no papel: os dois elementos não estavam brigando entre si. Eles estavam conversando.
O realismo que eu tanto praticava não estava sendo perdido – estava sendo expandido. Cada sombra, cada reflexo, cada textura metálica que eu criava com meu lápis grafito estava contando uma história sobre o que significa ser humano em um mundo tecnológico.

O Primeiro “Cyborg” Nasceu
Aquele primeiro desenho não era perfeito. Longe disso. Mas era meu. Era o momento em que descobri que podia criar arte Sci-fi sem perder a essência do realismo que tanto amava.
Cada linha desenhada me ensinava algo novo sobre texturas metálicas, sobre como a luz se comporta em superfícies orgânicas versus mecânicas, sobre como criar profundidade em elementos que não existem na natureza.

O Que Aprendi Sobre Medo e Criatividade
Hoje, quando vejo meus trabalhos atuais em lápis grafito – essas peças de arte cibernética que misturam humanidade e tecnologia – fico grata por ter vencido aquele primeiro medo.
O medo não desapareceu completamente. Ele ainda aparece a cada novo projeto, a cada nova ideia maluca. A diferença é que agora eu sei que do outro lado do medo está sempre uma descoberta incrível esperando para acontecer.

Conclusão
Minha jornada no mundo da arte cyborg começou com um simples “e se?”. Hoje, cada desenho que crio é uma exploração dessa fronteira fascinante entre o humano e o mecânico, sempre mantendo o realismo que dá vida a cada traço.
Às vezes, os melhores descobrimentos acontecem quando decidimos mergulhar no desconhecido, mesmo com as mãos tremendo.
Quer conhecer como essa jornada evoluiu? Visite esta primera obra da minha coleção de arte cyborg criada inteiramente com lápis grafito. Cada peça é uma exploração única do realismo aplicado à ciência ficção, perfeita para quem busca arte colecionável que une técnica tradicional com visões futuristas. Ideais para decoração de ambientes que valorizam a convergência entre arte clássica e sci-fi.
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